Foto de Victor Frond, de 1858, mostra a Ponte da Parahyba (1857)
Em 1854 o Barão de Mauá foi contratado para finalizar a ponte, junto com engenheiro inglês Thomas Dogson. Obra ousada para a época, sua sustentação possui quatro pilares maciços em cantaria lavrada. Todas as peças da ferragem foram construídas na Oficina Metalúrgica Ponta de Areia (Niterói), com o tamanho e peso das peças calculados para que pudessem ser trazidos por burros.
Somente nos anos de 1920, os dispendiosos pranchões de madeira que compunham seu assoalho foram substituídos por uma pavimentação de cimento e, já na década de 50 o chão da ponte passou a ser de macadame betuminoso. Hoje está asfaltado.
A obra foi iniciada em 1836, inaugurada em 1857 e, deste ano, até 1889 era cobrado pedágio aos seus usuários.
1. Cemitério (o segundo, de 1847).
2. Matrix (as ruínas da 1a Matrix abandonadas em 1834).
3. Matrix (demolida com a inauguração do definitivo, em 9 de abril de 1882.
4. Igreja do Rosário (ainda sem a torre, concluída em 1860).
5. Câmara (grande armazém de café em construção, adquirido pela Câmara dois anos depois).
6. Sobrados (Rua Tiradentes).
7. Registro e Quartel
9. Casa da Barreira


Comentários
Postar um comentário