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Mostrando postagens de outubro, 2025

Flamengo, o mais querido do Brasil e águas Salutaris

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Na década de 20, o futebol já havia se tornado no Rio, então capital federal, uma febre. As torcidas lotavam os estádios e àquela altura já acompanhavam os desempenhos de seus clubes pelos jornais. Um dos mais importantes naquele período, o “Jornal do Brasil” decidiu promover, em parceria com a água mineral Salutaris, um concurso popular para apontar o mais “sympathico” (como se escrevia) do país. Nem importava que somente quem morava no Rio poderia votar, fosse por meio de um cupom publicado no diário ou de um rótulo da garrafa de água. O anúncio fora feito na edição do "Jornal do Brasil" de 1º de outubro de 1927. Cada cupom ou rótulo valia um voto, e esse material tinha de ser enviado para a sede da publicação. O Vasco liderava a pesquisa, graças à mobilização de seus torcedores. Foi quando fãs rubro-negros tiveram uma ideia: se posicionaram estrategicamente perto da sede do jornal, no Centro do Rio e com bigodes, escudos do Vasco na lapela e imitando o sotaque português, e...

Clube Social de Paraíba do Sul

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Em 08 de fevereiro de 1953, foi lançada a “Pedra Fundamental” do Clube Social de Paraíba do Sul. Iniciativa de um grupo liderado por Maurício Cunha, várias pessoas da cidade aderiram a nova ideia. Foi adquirida uma concessão da Marinha do Brasil, para a apropriação do terreno junto à margem do rio Paraíba do Sul. Iniciaram-se as obras. As cores azul e branco foram escolhidas para representar o novo clube, e o nome Clube Social de Paraíba do Sul. A autoria do Hino foi de Waldir Stelmann Werneck e Esmael Francisco de Oliveira. O primeiro presidente do Clube Social de Paraíba do Sul foi Laercio Castilho de Souza e homenagearam como seu “fundador” Maurício Cunha. Passando por vários presidentes ao longo dos anos, o Clube recebeu grandes melhorias, como a sede, quadra esportiva, piscina e restaurante. Clube Social de Paraíba do Sul – Anos 60 – Acervo PMPS – Col. Ana Lúcia Lima Foto 2. Piscina infantil do Clube Social de Paraíba do Sul- Aos 60 – Acervo PMPS – Col. Alberto Rios Castilho de So...

Riachuelo Esporte Clube (REC)

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Em 26 de julho de 1915 foi inaugurado no campo de futebol de várzea da rua das Palhas o primeiro estádio do Riachuelo Futebol Clube. Foi construído um palanque com arquibancadas, para a estréia, houve o jogo entre os times Riachuelo e o visitante Juparanaense, sendo o “score” 2x1, com vitória do time da cidade. Em 1931 foi criada uma sociedade anônima surgindo então o “Riachuelo Sport Club”; que necessitando de um novo estádio e sede própria foi adquirido um terreno junto a encosta do morro de Santo Antônio. Sendo necessário um grande empreendimento para o trabalho da corte da parte inicial do morro, e o aterro do “charco” existente no local. E em 19 de março de 1933 é inaugurado a sede e estádio, com atuação sócio-esportiva na cidade até os dias de hoje. Foto 1. Primeira Sede do Riachuelo Esporte Clube - Anos 30 - acervo PMPS- Coleção Nicolino Visconti. Foto 2. Time de Futebol – 1933- acervo PMPS - Coleção Maria Lucia Queiroz Foto 3. Fachada da Sede- 1961 – acervo PMPS – Coleção Maria...

Edifício do Fórum

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Com o advento da lavoura cafeeira e o conseqüente acúmulo de capital, favoreceram a expansão populacional da cidade. No final do Império o Foro de Paraíba do Sul era conhecido como Côrte pelos importantes inventários processados. A grande atividade Forense atraiu muitos advogados para essa Comarca, que a princípio utilizava o prédio da Câmara como Fórum. Profissionais de renome instalaram suas “Bancas” de advocacia nos pontos principais da cidade. Entre eles o Dr. Cândido Mendes de Almeida, que em 1864 mantinha sua Banca de advogado na Rua dos Mineiros nº 12. O prédio do Fórum só foi construído em 1898, no terreno doado ao Estado pelo então administrador da cidade, Dr. Leopoldo Teixeira Leite. Localizado na atual Rua Alfredo Costa Mattos. Este prédio de grande porte mantem suas características originais. Prédio do Fórum foto de 1966 - Acervo PMPS.  

Teatro em Paraíba do Sul

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Surge em Paraíba do Sul em meados do século XIX a grande atração da época, O TEATRO. Em 1866 a “SOCIEDADE DRAMÁTICA” possuía seu prédio próprio; e o THEATRO GYMNÁSTICO PARAHYBANO funcionava também no bairro Lavapés. Com a construção de sua sede, em 1892 o THEATRO GYMNÁSTICO PARAHYBANO transfere-se para a atual Avenida Ayrton Senna. Sua apresentação de estréia foi a peça Ghigi. Após várias apresentações, recebendo companhias do Rio de Janeiro, encerra suas atividades. O prédio em 1914 reabre suas portas com o CINE IRIS. Passando por uma reforma de ampliação por volta de 1930, ainda funcionando como cinema, era seu palco usado por grupos de teatro amador o GRUPO DRAMÁTICO FAMILIAR, direção de Benedito Gonçalves, o GRUPO DRAMÁTICO ROMEU DE ALBUQUERQUE, direção de Angelo Visconti. Nos anos 60 retoma as atividades teatrais na cidade, com o apoio do ator Procópio Ferreira, sua mulher Hamilta Rodrigues e sul-paraibanos, criando-se o GRUPO DE AMADORES TEATRAIS PASCHOAL CARLOS MAGNO. Teve como ...

Bom Jesus de Matosinhos

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Em meados do século XVIII, camponeses portugueses oriundos da Vila de Matosinhos, ali se fixaram na vertente oriental da Serra do Sucupira, abrindo roças de subsistência com pequena plantação e gado. Devotos do Bom Jesus, por volta de 1773 ergueram no local uma pequena ermida de pau-a-pique, em louvor a Bom Jesus Crucificado. Com a frequência de fiéis, romarias e pagamentos de promessas, é elevada a Curato por volta de 1776. Com a ajuda de Pedro da Costa Lima, o antigo templo serviu ao povoado até 1862, quando foi demolido. No mesmo ano, por iniciativa do Sr. Martinho Álvares da Silva Campos, então proprietário da Fazenda do Matosinhos de Sardoal, foi construída uma capela de maior porte arquitetônico, que possuía altar-mor e dois altares laterais, com imagens belíssimas, especialmente a do Bom Jesus Crucificado. A atual igreja teve sua pedra fundamental lançada em 1953 e foi concluída em 1959, pelo pároco italiano Luiz Raymondo. A grande romaria acontece, anualmente, no último domingo...

Rua Alfredo da Costa Mattos

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  Rua Alfredo da Costa Mattos - esquina do Branco do Brasil com Câmara Municipal.

Pedra da Tocaia

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Pedra da Tocaia. Tendo 800 metros de altura, possui esse nome porque Duque de Caxias, na época Barão de Caxias, acampou com suas tropas no local, antes de invadir Minas Gerais em 1842. Da pedra tem-se uma vista de toda a região, destacando-se a sede. Conta-se pelos moradores mais antigos que por ali se fazia a rota Minas Gerais-Rio de Janeiro de caravanas que levavam à capital ouro e pedras preciosas. Quando haviam problemas no caminho os cavaleiros enterravam as caixas com ouro e pedras de valor para depois resgatá-las. A lenda diz até hoje existe ouro enterrado no local.

Praça Garcia Paes Leme nos anos 40

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  Praça Garcia Paes Leme nos anos 40, com a Igreja Matriz São Pedro e São Paulo ao fundo.

Ponte Preta

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  Construída sobre o rio Paraíba do Sul, a Ponte Férrea Leopoldo Teixeira Leite, tem sua estrutura de ferro de origem inglesa. Construída pelo engenheiro Paulo de Frontin no km 164.804 da Linha Tronco da Divisão Auxiliar, administrada pela E. F. Melhoramentos do Brasil, a Linha Auxiliar, com percurso de 240.108 quilômetros, começava em Alfredo Maia no Rio de Janeiro, passando por Paraíba do Sul, seguindo até Porto Novo, em Minas Gerais. A construção da ponte começou em 02 de fevereiro de 1892, inaugurada em 29 de março de 1898. Recebeu o nome em homenagem ao Dr° Leopoldo Teixeira Leite, Presidente da Câmara no período de 1892 a 1896, época de sua construção. Conhecida popularmente como Ponte Preta.

Colégio Sul Fluminense

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  De 1927 a 1929, foi instalado, no Palacete do Barão Ribeiro de Sá, o Colégio Nacional. Foi muito bem dirigido e funcionou até 1929, com ótimos resultados, ano em que inexplicavelmente foi extinto. Em 1935. O Prof. Erico de Bacelar e Souza criam no mesmo prédio, o Liceu Sul Fluminense, que em fevereiro de 1936, obteve a fiscalização federal. Inicialmente com cursos Primário e Secundário Fundamental (da primeira a quinta séries). Em 26 de maio de 1936, transferiu-o ao Prof. Napoleão Esteves, de Petrópolis, foi nesse dia, que veio para Paraíba do Sul para ficar à frente do então Liceu Sul Fluminense. Até 1942, quando foi criado o Ginásio de Entre-Rios, o Liceu era o único estabelecimento de ensino secundário da Região. Todos os dias, na "Velha Cristaleira" (Ônibus do Colégio), de 40 a 50 alunos se deslocavam de Entre-Rios para estudar no nosso Colégio. O liceu era o único estabelecimento de ensino secundário da Região. Em 1941, foi criado o curso de contador e em 1951, foi cri...

Rua Marechal Deodoro - Anos 40

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Rua Marechal Deodoro - Anos 40 - (atual Av. Ayrton Senna) Lado esquerdo da Foto prédio do Hotel Paraíba e casas comerciais. Lado direito da foto plataforma da estação ferroviária, ao fundo Igreja Matriz de São Pedro e São Paulo e Igreja Nossa Senhora das Graças no morro Santo Antônio, na esquerda o Hotel Parahyba.

Parque das Águas Minerais Salutaris

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  Em 1886 Manoel Marques Letra revelou a seu médico que melhorara muito dos males de estômago, desde que passara a fazer uso de certa água trazida do Arraial dos Sapos. O caminho para a fonte saia do Jatobá por uma ravina ao pé do Morro do Vintém (eixo da atual rua Bernardino Franco). Só depois da análise química concluiu-se serem as águas ferruginosa, magnesiana, alcalina, bicarbonatadas e gasosas. Além de Letra, estão no início da história da primeira indústria regular sulparaibana o seu médico, Dr. Alexandre Abrahão (1860-1911); o Barão de Ribeiro de Sá (1827-1904); e o químico que examinou as águas em 1887, hospedado pelo barão em seu elegante e recém-inaugurado palacete, o francês Charles Berthaud, vindo especialmente do Rio de Janeiro. As águas minerais não tinham a distribuição de hoje, mas a fama medicinal estava consolidada aumentando assim o número de pessoas que procuravam seus benefícios. Elias da Silva Torres, entrou na história das “Águas da Saúde” como o primeiro a g...

Sociedade Musical Três de Maio

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  No dia 3 de maio de 1904 funda-se a Sociedade Musical, que recebeu a denominação daquela, então muito comemorada data, pois lembrava a descoberta do Brasil e a festa da Santa Cruz, primeiro nome do País. Foi fundada pelos Irmãos músicos Antônio e José Guerra da Costa, e a primeira diretoria se compôs de Augusto Batista, José de Castilho Sobrinho, Américo de Azevedo e Silva, Artur Melo e João Marques de Almeida. Antônio Guerra da Costa foi nosso maior músico. Tornou-se amigo de Carlos Gomes, e a seu convite foi certa vez a Campinas participar de apresentações musicais numa semana santa. Componentes Diretoria: Haroldo Peixoto, Jarbas Alves de Souza, Manuel Vaz, Dagmar Santos, Caetano Martins Sobrinho e Manuel Prado. Músicos: José de Miranda Bastos, Eduardo José de Campos, Carlos Marcelino, José Alves Coelho (Bedeca), Pompeu Ruzzi, Manuel (Nequinha), Paulo Martins, José de Miranda Bastos Filho eFrancelino. Em Pé: Revermar de Oliveira (Regente), Júlio de Miranda Bastos, Victor Carnei...

Igreja de Nossa Senhora do Rosário

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Em 1850, foi criada a Irmandade de Nossa Senhora do Rosário de Paraíba do Sul, por iniciativa de Manoel José Correa da Silva (oficial de justiça desta comarca) que junto a outros adeptos angariaram fundos para a construção da igreja, sendo concluída em 1860 com estrutura de madeira e pau-a-pique, com características coloniais de arquitetura simplória. Mais tarde abrigou a Irmandade São Benedito, fundada por Joaquim Ramos Pacheco Lima, “O anjo da Meia Noite”, hoteleiro de grande prestígio; congregou grande número de devotos, que muito contribuíram para a manutenção e festejos relacionados aos santos padroeiros. Na área externa do pátio sagrado havia danças de caxambu e jongo, pau-de-sebo, roletas e jogos de búzios. Sob a orientação do Cônego Sales, as irmandades prosperaram e em 1881 foi construída sua torre para abrigar 4 sinos de bronze e um relógio inglês que durante muitos anos servia a população. Existe a lenda que um túnel ligaria a igreja até a beira do Rio Paraíba, auxiliando na...

Rua das Palhas

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  Você sabe o motivo do nome “Rua das Palhas”? O atual bairro das Palhas (antigo Campo de Maria Tomásia) era uma grande área de charco, ou seja, um terreno onde a água estagnada se espalha. Nesta zona alagadiça se encontravam as taboas, uma espécie de planta predominante em várzeas pantanosas. Quando secas, formam um tipo de palha, muito usada no artesanato por possuir uma fibra durável e resistente. Do caminho da taboa para a palha, até virar Rua das Palhas, só a mente criativa do sul paraibano é capaz de compreender. Por fim as primeiras casas foram surgindo à margem da zona alagadiça e, entre os anos de 1847 e 1855, quando a vila sofria com uma epidemia de cólera, a Câmara tratou de aterrar diversas lagos e, inclusive, nossa querida Rua das Palhas.

A "visitinha" de Santos Dumont

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Contam os mais antigos que, numa determinada noite, Santos Dumont passaria pelas terras de Paraíba do Sul de trem. Não havia confirmação do fato, nem mesmo o horário exato desta visita passageira. Mas alguns moradores estavam entusiasmadíssimos com a possibilidade de receber pelo menos um aceno do pai da aviação. Então, decidiram fazer vigília ali próximo à estação. Certa hora da madrugada, com a aproximação de um trem, se puseram sobre a linha forçando sua parada. Neste momento um dos passageiros, trajando pijama, motivado pela curiosidade da pausa repentina e ostentando um belo bigode, chega na janela para espiar o que ocorria e volta rapidamente aos seus aposentos. Foi um encontro tão rápido que até hoje não se sabe se aquele sujeito era Alberto Santos Dumont. (História contada por Agripino Grieco)

Sebollas, Cebolas ou Sipolas?

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O caminho criado por Garcia logo ganhou suas variantes mais rápidas para atender a outros interesses, assim novos ranchos e fazendas foram se espalhando pelas terras. Numa capelinha próxima a um desguarnecido rancho, certa vez, pousou por alguns dias um aventureiro que, achando o local um verdadeiro eldorado de fartura e beleza, passou a chamar o local de Sipolas (nome atribuído a uma espécie de país legendário, famoso na Idade Média pela abundância e felicidade do povo). De Sipolas para Sibolas na linguagem popular, chegamos ao mal grafado Cebolas, que em algum momento se transformou em Sebollas.

Lucília Guimarães Villa-Lobos, a maestrina

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Lucília Guimarães nasceu em 26 de maio de 1894, em Paraíba do Sul, filha primogênita do casal José Guimarães e Laudelina Pita de Oliveira Guimarães, de numerosa família, iniciou os seus estudos de piano com sua própria mãe e continuou com a professora D. Carolina Vieira Machado Coelho. Viveu num passado histórico de exclusão e segregação da mulher. Naquele contexto, totalmente desfavorável, ela conseguiu produzir e difundir sua arte, conseguindo através dela, auxiliar na manutenção de sua família. Pianista, regente de coral e compositora, casou-se em 12 de novembro de 1913 com Heitor Villa-Lobos e conviveu 22 anos com o compositor. Pode-se dizer que influenciou muito seu marido, especialmente ao ensinar-lhe piano. Poucos biógrafos sobre Villa-Lobos assinalam a importância de sua primeira esposa no acabamento estético de suas primeiras composições apresentadas em 1915. O musicista naquela época devido à falta da educação clássica, apresentava grandes dificuldades no ordenamento das nota...

O Lavapés

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O Lavapés era uma pequena colônia italiana, com sapateiros, latoeiros, vendedores de linguiça. Nas noites ouvia-se os sons nasais das samponhas à moda dos Abruzzos e da Basilicata. Acervo: Tim Vicente Torres